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22.7.09

Prey in the dark - Final

Mas tinha uma outra garota com eles, uma que parecia asiática. Eu achei estranho então resolvi ficar olhando sem me manifestar. Cheguei um pouco mais perto, para tentar ouví-los, e consegui. Infelizmente ouvi logo, o que eu mais temia. Aquele mesmo discurso feito a May, um lugar "melhor", e para piorar a menina aparentemente drigada, aceitou o convite deles.
Não sabia o que fazer, então resolvi segui-los, sabia que era arriscado, mas era minha única opção. Foi ai, que eu tive a certeza, eu já não tinha mais duvidadas que estvamos enrrolados.
Eu troquei o nosso voo, para terça de noite, para ter mais tempo de tentar descobrir o que estava acontecendo. Eu não queria chamar a polícia, eles estavam com a May, podiam acabar fazendo mal a ela. Eu resolvi segui-los, o dia inteiro. Eu vi que eles levavam as garotas até o cais da cidade, mas não voltavam com elas. Ees fizeram três viajem dessa naquele dia. Mas nehuma com a May, eu já estava em disispero. Eu conversei com um senhor no cais. Ele disse que aquele navio saia cheio de conteiners todo dia, mas não sabia o que tinha dentro. Eu já tinha minhas dúvidas.
Eu já estava exausto, não aguentava mais seguilos, precisava de alguma resposta. Eu fui falar com um deles, um que eu não conhecia. Perguntei se eles conheciam um bom lugar para curtir a noite em Amsterdam, estava tudo bem, ate que um outro veio ver o que nos falavamos e me reconheceu. Foi ai, que tudo ficou escuro, eles me espancaram e me jogaram dentro de um valão. Eles devem der achado que eu tinha morrido, mas não. Uma senhora com a ajuda de um menino, me tiraram do valão. E me ajudaram, eu não consiguia andar, estava todo quebrado. não sabia o que seria de mim e da May, apartir daquele momento.
Chegando no hospital expliquei tudo o que tinha aocntecido. As autoridades entraram em contato com nossos responsáveis. Logo em seguida fui amndado de volta ao Brasil, a partir daquele momento, aquilo era assunto para a polícia.

Se passaram dois anos e infelizmente nunca tivemos nenhum sinal de May. Dela ficou apenas as lembranças. Lembranças do seu quase nulo sorriso, de seu jeito estupido de dançar.

End!

16.7.09

Prey in the dark - segunda parte

Eu não entendia o conceito dela de curtir a vida, mas definitivamente era bem diferente do meu.
Após inumeras tentativas fraudadas eu resolvi apelar. "May, eu já estou exausto. Nós temos que acordar cedo, vamos embora. - eu disse" Aparentemente era mais uma tentativa fraudada. "Ai, vai curtir sua vida André, você vaia cabar virando um vegetal. - ela exclamou em tom alto.", "Mayara de albuquerque, é serio, eu estou indo!" , "Certo, vai embora. você só fala, André".
Eu já não aguentava mais, estava cansado daquilo tudo, a May já estava fora de si. ela não iria me escutar tão cedo.
"Eu vou embora, vou estar no hotel. - eu disse, com um tom de esperança, esperança de que ela voltasse atrás e fosse embora comigo." , "Tchau, queridinho! - ela disse, com um tom de deboche, de quem sabia que eu não suporto que me chamem assim." Esse foi o meu mior erro, não podia te-lo cometido.
Cheguei ao hotel, já estava amanhecendo. Pensei que logo ela estaria ali. Já eram meio dia, ela não tinha dado um sinal de vida, eu já estava me preocupando. Eu sabia o estado que ela estava e sabia que não devia ter-la deixada sozinha. Resolvi sair do hotel, fazer compras, tentar esquecer de tudo pensar que ela so tinha esquecido de me avisar que demoraria pra voltar pro hotel. Eu passei o dia todo na rua, ja estava anoitecendo.
Resolvi voltar ao hotel, mas ela não estava lá, fui a portaria e não tinha nenhum recado nem sinal dela, então pensei em voltar naquele inferninho. Talvez lá alguem pudesse me ajudar ou talvez eu encontrasse ela lá.
Chegando lá, o lugar estva muito mais lotado que na noite anterior. Era sábado, com a casa lotada seria muito dificil achar qualquer vestigio dela. Bom eu fui fumar, sai daquele lugar e fui para a perte dos fundos da casa. Acho que essa foi a minha melhor ideia na viagem inteira, nesse momento eu vi a mais nova daquele mesmo grupo de ontem. Eu fiquei muito feliz, mas não queria demonstrar que parecia preocupado. A menina não me viu, eu só via ela, mas ela estva conversando com alguém. Nõa seiporque mas eu resolvi olhar, mas sem que ela me visse. Eu me inclinei sobre a lixeira e consigui ver. estavam todos eles lá, menos a May. Mas tinh uma outra garota com eles, uma que parecia asiatica. Eu achei estranho então resolvi ficar olhando sem me manifestar.

Continued on next post..


14.7.09

Prey in the dark

Esse conto é uma pouco maior que o último, por isso eu resolvi postar ele em pelo menos 4 partes. Bom espero que vocês gostem, com vocês Prey in the dark.


Ela tinha 17 anos quando isso acabou. Mas eu vou voltar um pouco, aos seus 15 anos. Ela sempre foi do tipo "moderninha", por isso ela não quis a careta festa de debutante. Depois de muita conversa resolvemos ir para a Europa, eu e ela. A May era uma ótima garota, mas muito influenciavel.

Nós passamos 15 dias na Europa, passamos por vários lugares: Alemanha, Londres, Paris e Amisterdam. Já estavamos lá a 12 dias e só faltava um lugar para completarmos nossa viagem, Amisterdam. Nós chegamos lá no décimo terceiro dia, uma sexta, tinhamos ate a segunda de manhã para aproveitar, pois nosso voo saia segunda ao meio dia. Após nos instalar-mos, nos fomos conhecer a cidade. Fizemos um tuor incrivel e ja estava anoitecendo. Fomos para o hotel, nos arrumamos e saimos de novo.

Já eram quase onze da noite, nos ja estavamos naquele inferninho a mais de quatro horas. A May já tinha feito várias amizades, ela era super extrorvetida. O pessoal estranho e muito roqueirinho, pareciam ser frequentadores assiduos do local. Eles tinham um sotaque estranho e o inglês deles era péssimo. Eles nos convidaram para conhecer o"point" deles, não achei uma boa idéia, então chamei a May e falei com ela. Ela disse: "Vamos Deco, eles são demais, nunca nos botariam em uma furada!" , e ela afirmava aquilo com tanta certeza, afnal de contas eles já eram amigos a quase cinco horas. Eles merecem confiança! "Se você não quiser ir Deco, pode ir pro hotel, amanhã nos conversamos e conhecemos o resto da cidade.", naquele momento vontade não faltou. Mas eu não estava gostando das novas amizades dela, era melhor eu ir, apenas por preocalção. "Okay, eu vou com vocês!"

Nós fomos para um buraco, escuro e fedido. Parecia esquecido da sociedade. Eu acho que somente eles, conheciam aquele lugar, e esse era o meu maior medo. Era impossível não reparar o estado daquelas pessoas, elas estavam totalmente drogadas e alucinadas, fazendo sexo para que quisece ver. Aquele cheiro, aquela música estridente( me parecia algum tipo de "glam rock'70" ), aquelas pessoas histéricas, eu confesso que estava com um pouco de medo.Eu fiquei totalmente desolado, como se eu fosse o estranho ali. Enquanto a May se divertia horrores. Eu a vi fazendo algumas coisas que eu não queria pra ela.Eu tentei falar com ela, mesmo sabendo a resposta. "May, vamos embora, você já esta extrapolando.- eu disse" , "André, me deixa em paz cara. Vai curtir sua vida, seu careta!".
Eu não entendia o conceito dela de curtir a vida, mas definitivamente era bem diferente do meu.

Continued on next post..